Catania, última parada antes de Fontanarossa…
Ùltima parada com tempo nublado, um pouco de chuva. É Catania.
Com aproximadamente 3340 m de altura, Etna é a mais alta montanha da Itália, sul dos Alpes. Nela está o vulcão de mesmo nome que supera em quase três vezes o tamanho do Vesúvio. É um dos mais ativos vulcões da Terra, praticamente em constante erupção. O Etna pode ser bastante destrutivo, mas normalmente suas erupções não oferecem grande risco à população de Catania. Seus solos vulcânicos propiciam bons campos para a agricultura, com vinhedos e hortas espalhados em toda planície ao sul de Catânia. As frequentes e às
vezes devastadoras erupções fizeram da montanha parte da mitologia clássica com paralelos entre o vulcão e os deuses e gigantes das lendas greco-romanas. Éolo, o rei dos ventos, teria confinado os ventos em cavernas sob o Etna. O gigante Tifão foi preso sob o vulcão causando as erupções. O gigante Encelado revoltado contra os deuses foi morto e sepultado sob o Etna. Esse foi o mundo siciliano sob o domínio e influência grega.
A província de Catânia é uma província italiana da região de Sicília.
Faz fronteira a norte com a província de Messina, a este com o Mar Jónico, ao sul com a província de Siracusa e com a província de Ragusa e a oeste com a província de Caltanissetta e com a província de Enna. 
Desde o século XVIII, Catania foi a segunda cidade mais importante da Sicília, depois de Messina. Colonizada por calcidianos (um povo grego) em 729 aC, Catania foi conquistada pelos romanos em 263 dC e acabou se tornando a cidade mais próspera na Sicília romana. Entretanto, a evidência arqueológica indica a presença do homem na região durante o início da Idade do Bronze (2200-1400 aC). Na Idade Média, ainda era um porto importante, embora menos do que Messina. Floresceu até 1169, quando foi quase completamente destruída por um violento terremoto. Depois dessa catástrofe, Catania foi sendo reconstruída. Não se tendo notícias de grandes destruições na região a partir de então.
Estas imagens mostram a conservação do seu patrimônio histório ao lado da sua vida contemporânea como o moderno aeroporto, Fontanarossa…
Arrivederci…ci vediamo…presto!
Scusa me!
Buono ritorno di Modica e Noto a Siracusa in Taormina - Sicília
Nessa terra de gente brava, ah com cara de brava
- mistura de gregos e troianos - teve iniciou a história de nossa família: Lavoratos com Patrices, Vizzaris com Feolas que hoje não é mais nossa porque já se agregou a espanhóis, portugueses, índios e cafuzos.
E com a globalização, a terra nostra também deixou de ser nossa porque é de todos. 
A terra nostra está nos diferentes vídeos que antes de serem vídeos foram vivenciadas pelos turistas dos mais diferentes lugares do planeta.
A terra nostra está nas associações das imagens aos sons que expressam, além da natureza real da natureza presente nos vídeos e nas fotos, a natureza das emoções dos que viveram a realidade da gravação.
Então
quer dizer que somos unos ou um e não há mais segredos de estado porque os estados caminham ao final do estado. Há um mundo sem fronteiras por vir e tudo vira como a casa de Irene, de todos e prá todos.
Nossa, nessa fui fundo. O que diria Marx dessa minha comparação tão primária?!!! Ele, não sei. Mas eu sei que me entreti por horas sem fim nesta minha viagem virtual de Istanbul à Sicilia de Dom Corleone . Sem revisões sociais. Só viajando. Geanete



De Marsala para Selinunte e Agrigento
O local deste importante Siceliot (siciliano, grego) da cidade da antiguidade tem as ruínas de uma acrópole e templos numerosos, embora muito do que está de pé hoje foi reconstruído a partir de peças encontradas nas imediações. A cidade foi fundada no século VII aC e destruído em 409 aC. A glória de Selinus antigo durou cerca de dois séculos quando era uma das cidades mais progressistas grego na Sicília, famoso em todo Magna Grécia.
Agrigento foi
fundada em 581 a.C. por alguns habitantes da Gela, com o nome de Acragas, homônimo do rio que banha o território. A localização em um penhasco na costa Sul da Sicília, cercada por dois rios era estratégica por facilitar a defesa da cidade nas épocas da guerra. A dominação grega durou aproximadamente 370 anos, período em que Akragas adquiriu grande poder e esplendor, a ponto de ser chamada pelo poeta Píndaro de “a cidade mais bela dos mortais”, devido as maravilhas do Vale dos Templos.
