É primeiro de setembro. No coração da Europa, margeando o rio III, afluente do Reno, está Strasbourg com o clima ameno da passagem do verão para o outono europeu. Strasbourg é capital da região administrativa da França, Alsácia ou Alsazia, que se localiza a leste do país, junto às fronteiras alemã e suíca. 
Ao lado das estruturas medievais, barrocas e góticas
se instala o moderno sem desafiar ou desconfigurar a história da cidade sede do Parlamento Europeu, onde as nações européias unidas (será aparência?) decidem e preservam seu destino.
O rio III circundado pelas antigas civilações se divide em vários braços, o que confere ao bairro da Petite France uma grande atração turística. De um lado tem a Alemanha como vizinha, de outro a Basilea Campagna e ainda a região de Lorena.
A cidade contrasta a modernidade arquitetônica do Parlamento Europeu com as imagens de uma França medieval, histórica.

Estrasburgo foi anexada ao Império Alemão em 1871, após a Guerra franco-prussiana. Este período marcou o apogeu da dominação política e territorial de Estrasburgo. Strasbourg se beneficiou da intenção alemã de transformar a cidade na vitrine da cultura alemã que visava mostrar ao mundo a superioridade da cultura germânica. Nessa época Strasburgo ergueu entre os edifícios públicos o Palácio do Imperador, atualmente Palácio do Reno, o parlamento da Alsácia-Lorena e o Palácio Universitário.
A cidade voltou à França após a Primeira Guerra Mundial em 1919, pelo Tratado de Versalhes. Tornou-se novamente parte da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, de 1940 a 1945, para retornar à França no final da guerra. Em seus espaços, ela abriga de um órgão barroco a meios de transportes modernos como esta esclusa ou este trem que circulam por entre os espaços que se estabeleceram nos braços do rio III.

E é só deixar as imagens falarem por si.
Imagens e fatos históricos da wikipédia por Geanete.