http://br.geocities.com/uel_climatologia/seminarioelninolanina.htm
Divaldo, Odair, Marcelo Braga e Carlos Eduardo
Objetivos: transmitir conceitos básicos sobre os fenômenos El Niño e La Niña.
1-O Fenômeno La niña
O fenômeno La Niña, que é oposto ao El Niño, corresponde ao resfriamento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental formando uma “piscina de águas frias” nesse oceano (a mancha de cor azul na figura abaixo). À semelhança do El Niño porém apresentando uma maior variabilidade do (Leia mais sobre este artigo)
http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3061
Por Marcela Valente
Meteorologistas e climatologistas ainda não estabeleceram o motivo pelo qual não chove há meses nas férteis e produtivas planícies de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
BUENOS AIRES, 9 de fevereiro (Tierramérica).- Pastagens amareladas, terra ressecada e animais mortos afligem há meses a região agropecuária mais produtiva de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Os cientistas afirmam que não é possível determinar se é uma manifestação da mudança climática. “A mudança climática não pode ser caracterizada por um único evento, mas (Leia mais sobre este artigo)
Nossas células precisam desse precioso líquido para realizar funções vitais - disso todos sabemos. Mas fica mais fácil entender por que não dá para viver sem ele acompanhando sua viagem dentro do corpo, desde o primeiro gole até a eliminação- Por Angelo Massaine* - Revista Saúde! - 06/2007
“Atenção, preparar… água!” Essa é a ordem do comandante cérebro depois de soar o alarme da (Leia mais sobre este artigo)
Um menino salvadorenho se banha com uma bacia em uma comunidade carente de Soyapango.
Representantes da sociedade civil e parlamentares de
aproximadamente 70 países formularam o pedido
A proposta de vários países de declarar o acesso à água como um “direito humano”, no Fórum Mundial da Água (FMA) de Istambul, fracassou neste sábado, em razão da falta de consenso entre as delegações e a pressão de (Leia mais sobre este artigo)
por Amália Safatle
De Istambul, Turquia
Um elemento essencial, mas na maioria das vezes não lembrado, viaja ao redor do mundo na intensidade do comércio globalizado, a Água. De acordo com o terceiro relatório das Nações Unidas (World Water Development Report), divulgado em 16 de março no 5º Fórum Mundial de Água, em Istambul, na Turquia, o fluxo global de água que atravessa o mundo na forma de commodities agrícolas é de 1,625 bilhão de metros cúbicos por ano, o equivalente a 40% do consumo total mundial.
O dado, entre muitos divulgados pelo relatório, serve para lembrar que a abundância de água em alguns lugares do planeta é relativa. Se o Brasil se gaba de deter 12% da água doce do mundo, precisa (Leia mais sobre este artigo)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=43431
O mundo corre um grave risco de sofrer com a falta de água doce em menos de 20 anos, em consequência do aumento constante da demanda, que cresce em ritmo mais rápido que a população mundial; O alerta está em um relatório publicado no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça), que terminou no domingo (1º).
“Em menos de 20 anos, a falta de água poderá fazer com que Índia e Estados Unidos percam a totalidade de suas colheitas”, afirmam os autores do estudo, destacando que, paralelamente, a procura por alimentos explodirá.
Segundo o relatório, muitos (Leia mais sobre este artigo)