Os Vosges (Vogesen em alemão) são uma cadeia de montanhas na Europa centro-ocidental, estendendo-se ao longo da margem oeste do vale do Reno em uma direção nor-nordeste, da Basiléia a Mainz , por uma distância de aproximadamente 250 km.
Mulhouse é a segunda comuna em tamanho da região Alsácia, depois de Estrasburgo. Ela é cortada por dois rios, o Doller e o Ill, afluentes do Reno. Situa-se a aproximadamente a uns 15 km da fronteira franco-alemã e a uns 120 km ao sul de Strasbourg.
O rio Doller é um rio francês que irriga o vale Doller e desagua no rio III nas proximidades de Mulhouse. O Doller abastece cerca de 200 000 habitantes de cinqüenta comunas sendo célebre por sua população de castores.
(o castor europeu quase foi extindo pela sua caça para o uso de sua pele e foi um óleo que produz aplicado pelo homem na indústria de perfumes).
Mulhouse significa moinhos porque as primeiras construções locais foram moinhos à beira dos dois rios que banham a cidade. Por isso o símbolo da cidade é uma roda de moinho.
Seus primeiros escritos datam do século XII. Mulhouse foi república germânica independente até sua anexação à França, em 1798.
O desenvolvimento de Mulhouse deu-se pela expansão da indústria têxtil, depois pelas indústrias químicas e indústrias mecânicas a partir do meio do século XVIII. Seu centro histórico é pequeno se comparado ao resto da cidade. Ela é constituída da cidade baixa e da cidade alta.
A cidade baixa foi o bairro dos mercadores e artesãos e a cidade alta desenvolveu-se a partir do século XVIII.
Lá se estabeleceram Franciscanos, Augustinos e Cavaleiros de Malta. Entre os diferentes estilos arquitetônicos está o estilo renacentista como o prédio da prefeitura. Suas pinturas e alegorias representam os vícios e as pinturas da sala do Conselho representam os brasões dos cantões suíços.
Um trem em Mulhouse…
MULHOUSE RCA - vale a pena os 8′ deste vídeo…
Interessante! Fotos antigas e atuais dos mesmos lugares nos revelam quão pequena foram as mudanças e como a preservação histórica se faz presente na moderna Europa…
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Mais uma certeza de que o homem se organiza ao redor da água que lhe dá a vida é a civilização antiga margeando o rio Lauche que nasce nas montanhas Voges e desce para desaguar no rio III, afluente do Reno, na cidade de Colmar na região da Alsácia/Fr.
Colmar banhada pelo rio Lauche está aproximadamente a 20km a leste do Reno, próxima à fronteira alemã.
Colmar é uma comuna francesa aos pés dos Vosges na região de Alsácia com uma população em torno de 70.000 pessoas. Ela foi conhecida como Kolmar durante o período em que a região de Alsácia pertenceu à Alemanha.
A cidade de Colmar foi fundada no século IX e por se formar ao longo de pequenos canais também é chamada de a Pequena Venesa (Itália) ou “Petite Venise” (França)
Tomada pelo suecos em 1632, durante a Guerra dos Trinta Anos, esteve sob o controle deles por dois anos. Após passar ao império alemão, ela se transformou na capital do distrito da Alta Alsácia no território imperial da Alsácia-Lorena. Colmar foi a última cidade francesa a ser liberada da ocupação alemã, em 1945, após uma longa resistência das forças alemãs. É a terceira maior cidade da Alsácia, após Estrasburgo e Mulhouse.
Conhecida também por cidade das flores, pela ave símbolo de sua cidade,
a cegonha, por seus natais coloridos
e por ser uma das principais cidades da Rota dos Vinhos formada por tantas cidades medievais.
É primeiro de setembro. No coração da Europa, margeando o rio III, afluente do Reno, está Strasbourg com o clima ameno da passagem do verão para o outono europeu. Strasbourg é capital da região administrativa da França, Alsácia ou Alsazia, que se localiza a leste do país, junto às fronteiras alemã e suíca.
Ao lado das estruturas medievais, barrocas e góticas
se instala o moderno sem desafiar ou desconfigurar a história da cidade sede do Parlamento Europeu, onde as nações européias unidas (será aparência?) decidem e preservam seu destino.
O rio III circundado pelas antigas civilações se divide em vários braços, o que confere ao bairro da Petite France uma grande atração turística. De um lado tem a Alemanha como vizinha, de outro a Basilea Campagna e ainda a região de Lorena.
A cidade contrasta a modernidade arquitetônica do Parlamento Europeu com as imagens de uma França medieval, histórica.
Estrasburgo foi anexada ao Império Alemão em 1871, após a Guerra franco-prussiana. Este período marcou o apogeu da dominação política e territorial de Estrasburgo. Strasbourg se beneficiou da intenção alemã de transformar a cidade na vitrine da cultura alemã que visava mostrar ao mundo a superioridade da cultura germânica. Nessa época Strasburgo ergueu entre os edifícios públicos o Palácio do Imperador, atualmente Palácio do Reno, o parlamento da Alsácia-Lorena e o Palácio Universitário.
A cidade voltou à França após a Primeira Guerra Mundial em 1919, pelo Tratado de Versalhes. Tornou-se novamente parte da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, de 1940 a 1945, para retornar à França no final da guerra. Em seus espaços, ela abriga de um órgão barroco a meios de transportes modernos como esta esclusa ou este trem que circulam por entre os espaços que se estabeleceram nos braços do rio III.
E é só deixar as imagens falarem por si.
Imagens e fatos históricos da wikipédia por Geanete.
Eu só ia colocar prá vocês imagens do riacho de Oos, afluente do Reno e como Oos e Reno passeiam por Baden Baden é lógico que teria que viajar por ela, já que é uma das principais cidades spa da Alemanha na velha Europa. E aqui ficariam bem essas fotos, já que tratamos das águas, da importância dos rios, mares e oceanos na formação da civilização terrena. Ah, mas por que então Oos e Baden Baden neste momento?
Pela curiosidade despertada por um amigo que parte nesta semana para Baden Baden, entre outros velhos cantos da Europa, e por há tempos ter imensa vontade de conseguir livros sobre os biotipos de uma editora de Baden. Assim comecei minha viagem on-line. Fui pelo google, pelo You tube, pela uol e sem esperar por tanto vi que a história de Baden Baden é uma história milenar de riquezas históricas . É a história de uma nação envelhecida pelo tempo e pela população, mas que atrai milhares de turistas para os quais está devidamente preparada para recebê-los com seus museus, termas, cassino, bosques, floresta, riachos, rios, gramados, spas, resorts e muitos atrativos gustativos. Por que não visuais e auditivos?!
Ah, de que falo? Falo da Floresta Negra, das construções históricas, dos castelos, das ruínas da época das conquistas romanas que por lá ficaram, das igrejas e abadias, dos museus localizados nos antigos centros comerciais, nos vilarejos de artesãos dos vinhos que os conhecedores classificam como “o encorpado Ruländer, o leve e aromático Gutedel, o Kaiserstuhi de bouquet expressivo e cultivado em solos vulcânicos retentores de calor, os fortes vinhos do lago Constaça e o popular Weissherbst”. É o que dizem, não o que sei.
Baden-Baden é famosa também por seus festivais, pela Gönneranlage (Rose Garden) com 300 variedades de rosas, como um lugar chic no meio de um ambiente natural e de um museu com não menos de 500 obras de arte, entre os quais Picasso; pelas joalherias, gifts, antiguidades adoradas pelos viajantes, por seus Natais. Também por ser um canto da imigração russa que deixou as marcas da sua cultura, dos seus costumes cravados em Baden Baden.
Porém, apesar de tudo isso não consegui ver sobre a editora dos livros de biotipologia de que falei. Isso me deixou um pouco intrigada por ser ela o berço da Medicina Biológica.
Mas aproveito para deixar a vocês alguns vídeos, todos com som, sobre essa cidade que representa o moderno aliado à conservadora arquitetura de castelos, teatros, casas, das músicas de Brahms e não muito longe dali, no Estado da Turíngia, em Weimar, o escritor e filósofo da Maçonaria Iluminad, Goethe, aproveitando para lembrá-lo aos amantes da poesia romântica.